Arquivo da categoria: Comportamento

Pessoas mal educadas e infelizes com suas vidas são propensas a ficarem viciadas pelo Facebook


Facebook é um site com interface de hábitos, mas os usuários que passam muito tempo online dizem que se sentem menos felizes com suas vidas.

Cientistas da Universidade de Gotemburgo dizem que muitos usuários se transformam assim que fazem login no Facebook e que o hábito transforma-se em um vício.

Pessoas em grupos de baixa renda e mal educadas estão particularmente na faixa de risco do vício. Aproximadamente 85% dos usuários dizem que eles usam o Facebook diariamente – metade diz que entra no site logo quando se conecta a internet.

O estudo sueco entrevistou 1.000 pessoas com idades entre 18 e 73 anos, tentando mostrar o lado negro da rede social. “O Facebook pode se tornar um hábito inconsciente. A maioria dos entrevistados relatou que abre o site imediatamente quando abrem o navegador”, comentou Leif Denti, doutorando de Psicologia da Universidade de Gotemburgo.

As mulheres são mais ativas no Facebook do que os homens e pessoas de baixa renda e baixa escolaridade passam uma quantidade de horas superior às pessoas com uma condição financeira melhor e alto grau de ensino.

A outra surpresa sobre a rede é que as pessoas tendem a publicarem em seus perfis apenas coisas boas, negligenciando coisas ruins que ocorrem em suas vidas. “O Facebook é uma ferramenta social claramente usada para gerenciar relacionamentos com amigos e familiares”, comentou Denti.

“Mas os usuários não escrevem qualquer coisa – a maior parte do conteúdo que compartilham tem algo a ver com grandes eventos, coisas positivas e o fato de se sentirem bem e felizes. Apenas 38% escrevem sobre coisas negativas”, concluiu o cientista.

Fonte: Jornal da Ciência

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Jair Bolsonaro destila sua bestialidade em rede nacional


"Oi, cumpadi! Vai cumê uma galinhazinha?". "Não, já comi! Agora vô punhá ela di vorta no Pgalinhêro!"

No mínimo triste e lamentável a participação do deputado federal – além de babaca, parasita e psicopata – Jair Bolsonaro, no CQC de ontem. Antes do término do quadro, o tamanho da minha perplexidade era do tamanho da minha indignação. O parlamentar conseguiu, em 15 minutos, mostrar a que veio, destilando todo e qualquer tipo de preconceito e de intolerância. Mostrou e confirmou o que todos já sabiam: que sua filosofia se manifesta em sintonia fina às ideias conservadoras, neoliberais e imperialistas. Dizer que na ditadura brasileira não foi disparado um único tiro é atravessar todas as fronteiras da burrice e desrespeitar os familiares daqueles que foram fuzilados por um dos episódios mais atrozes de nossa história.

Pelas risadas fora de contexto, declarações absurdas e desinformação histórica, acredito, cegamente, que o nobre deputado deveria se submeter a um exame clínico psiquiátrico.

Triste, absurdo e beirando à loucura. Um ser insano, preconceituoso e que admitiu em horário nobre ter “comido” galinhas, no pior sentido possível. É esse tipo de gente que anda frequentando a política nacional. É esse tipo de caráter que se vale da imunidade parlamentar e aproveita o microfone livre – custeado com o dinheiro dos nossos impostos – para destilar preconceitos, ódios e bestialidades de todo gênero.

(Por Edson Rimonatto no Blog Lado B)

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Homens que menstruam


São feitos de sutilezas. Tudo neles está à mão e distante; sublimado e exposto.
Para eles não há diferença entre comédia e tragédia, eles sabem que a vida é teatro.
Armam cenas, cerram cortinas, esperam, afagam, afastam.
Querem solidão suas madrugadas, querem atenção suas impaciências.
Gritam, mas apenas pelo prazer do silêncio.
Despetalam a flor da pele, as lágrimas dos cadernos, os livros das estantes.
Nem sempre estão em ponto de bala, prontos para o combate; muitas vezes são alvos fáceis.
São dóceis, indefesos, furiosos, indomesticáveis.
Colocam as cartas na mesa, viram a mesa, viram o jogo; perdem por muito, vencem por pouco.
Sabem de cor muitas mentiras, mas o que importa são as verdades: as mais duras, as mais inconfessáveis – todas passíveis de arrependimentos.
Têm sempre certeza, certeza de tudo, embora achem que ninguém os entendam.
Brigam, se desculpam, admitem a culpa, colocam a culpa no outro.
Abraçam forte e longamente, acolhem em seus braços todas as possibilidades, todos os afetos.
Querem amor e exigem amar, querem amar e exigem amor.
Insistem em demonstrar força, porém são inseguros, frágeis.
São meninos brincando de ser homens.
Não sentem cólicas, sentem muito.
Sentem ciúmes, se arriscam, pedem provas, se entregam, contradizem.
Exibem suas cicatrizes com orgulho, cultivam algumas feridas como plantas.
Choram trancados no banheiro, enxugam o rosto no lado mais frio da cama, buscam no escuro o calor do acaso.
Suas noites são intermináveis, dolorosas e reconfortantes.
Mas não há ambivalência em suas manhãs.

Do Por Que Você Faz Poema? por indicação da @Angel_Blog

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Pessoas de esquerda são mais inteligentes que as de direita, aponta estudo


Um polêmico estudo canadense que inclui dados coletados por mais de 50 anos, diz que as pessoas com opiniões políticas de direita, tendem a ser menos inteligentes do que as de esquerda. Ao mesmo tempo, adverte que as crianças de menor inteligência tendem a desenvolver pensamentos racistas e homofóbicas na idade adulta.

Para ler o post completo acesso o novo link: http://rodopiou.com.br/?p=2166

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Os 5 principais arrependimentos antes de morrer


Uma enfermeira australiana compilou os principais arrependimentos (testemunhados por ela) de pacientes prestes a morrer. Segundo o informe da BBC, são cinco:

1. Queria ter tido a coragem de fazer o que realmente queria, e não o que esperavam que eu fizesse

2.Queria não ter trabalhado tanto

3.Queria ter tido coragem de falar o que realmente sentia

4.Queria ter retomado o contato com os amigos

5.Queria ter sido mais feliz

O que é interessante nisso tudo? Cada um dos arrependimentos é exatamente a imagem invertida de várias prerrogativas que nos são empurradas goela abaixo, todos os dias, sobre o mundo, o trabalho e os outros.

Dúvidas? Basta ligar a TV ;)

Dica do exclente blog Catatau

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É a Constituição que deve ser lida nas escolas, e não a Bíblia, diz professor


A Bíblia é uma coletânea de textos certamente importante para definir a nossa cultura de forte influência judaico-cristã. Estabelecer a obrigatoriedade de leitura dos textos bíblicos nas escolas, no entanto, pode ser considerado errado por diversos motivos.

Primeiramente é ilegal, uma vez vai de encontro à Constituição que estabelece o Estado brasileiro como laico através do artigo 19, I. Esse artigo diz: “É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: I – estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público.” (grifos meus).

Isso significa que práticas religiosas são um direito do cidadão, mas jamais devem ser estabelecidas pelo Estado como um dever. Ao obrigar professores a ler versículos bíblicos para os alunos, o poder público comporta-se como se houvesse religião oficial no país, o que não é verdade. Caso a lei passe a vigorar, o Estado passa a obrigar um funcionário público a participar de um rito religioso que não necessariamente é compatível com suas crenças pessoais, ferindo o princípio de liberdade religiosa.

Além dessa questão legal, é uma falta de sensibilidade com pessoas de seguimentos religiosos discordantes do cristianismo. Ainda que a maioria da população seja cristã, não há justificativa para o poder público impor esse constrangimento a pais, alunos e professores que não sigam o cristianismo, já que a democracia não deve significar um domínio da maioria às custas do sofrimento de uma minoria mal representada. Continuar lendo

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A boca do lixo de Curitiba (+18)


(+18) Tirem as crianças da frente do monitor 😛

A Vegas é a menor de todas as boates da Cruz Machado. A entrada é ornada por estátuas que imitam o estilo grego. O tamanho do lugar é um pouco intimidante. Como parece ser regra, não demora um minuto até que se esteja acompanhado. Jasmine senta-se ao meu lado e, pela terceira e última vez na noite, ofereço uma bebida a uma garota de programa. Ela me adverte que a bebida para ela vai custar caro para mim, mas isso eu já sei. Pelo visto, os clientes não fazem isso habitualmente, a julgar por seu espanto.

Os cabelos bem cuidados, a saia curta o suficiente para deixar a calcinha visível, o top insinuante, tudo isso poderia chamar a atenção. Pouca coisa se destaca, porém, tanto quanto a aliança no anelar esquerdo. “Meu marido sabe”, diz.

Divina Comédia
Elas são Brunas, Luízas, Andressas e Cláudias. A primeira que encontro nesta noite chuvosa de sábado chama-se Suzana, mas – visto que poucas, bem poucas, adotam seu nome de batismo para a labuta – bem poderia se chamar Beatriz, nome da mulher que guiou Dante pelo Paraíso em A Divina Comédia. No entanto, esta é uma das tantas casas noturnas da rua Cruz Machado, a que muitos chamariam de, em uma linguagem mais alegórica, inferninho. Mas no Inferno e no Purgatório, Dante foi conduzido pelo poeta romano Virgílio, figura algo grave e, certamente, bem menos graciosa. O fato é que, à noite, esta rua, no centro de Curitiba, se transforma totalmente, da Visconde de Nacar à catedral – seus limites mais nítidos -, passando pelo comércio habitual, pela sinagoga, pela Casa Andrade Muricy, pelo cinema transformado em bingo e pelo indigno memorial à Belarmino e Gabriela.

Depois do entardecer, os referenciais da Cruz Machado passam a ser outros.

Suz

ana 
O primeiro desses referenciais é a Lidô (1). Mal sento, com um sorriso Suzana se oferece para ficar a meu lado. É educado pagar uma bebida à acompanhante, hábito pouco econômico, porém. Ela pede um desses espumantes que, no comércio, são relativamente baratos. A conta ficará em R$ 27, incluida a consumação obrigatória de R$ 5.

As bebidas ali e em qualquer casa do gênero têm um preço diferenciado por duas razões. Boa parte do lucro da boate está nelas e, por outro lado, a acompanhante ganha uma comissão. O garçom, incrédulo, pergunta-me se pode realmente trazer a bebida, demonstrando não ser comum que o cliente a ofereça e sim que a garota a peça.

Enquanto esperamos nossas bebidas, Suzana me explica o funcionamento da noite, sendo, por assim dizer, uma guia durante o restante da jornada ao fim da Cruz Machado, mesmo ausente a maior parte do percurso. Em nenhum momento me pede ou oferece nada. Diplomática e boa negociante, apenas me põe à vontade, ouvindo para saber o que eu quero exatamente.

Categorias
Enquanto uma das colegas de Suzana faz seu show, dançando e tirando a roupa, ela me explica que as garotas que trabalham com sexo podem ser divididas em quatro categorias principais.

As das saunas preferem o dia, não gostam nem de beber nem do ambiente das casas noturnas.

As das boates são mais sociáveis, gostam de conversar e cativar o cliente.

As que preferem a rua, em geral, não gostam do clima competitivo das casas noturnas, em que sobram mulheres e faltam homens dispostos a desembolsar entre R$ 80 a R$ 150, ou mais até, pelo programa e entre R$ 20 e R$ 50 por

 um quarto. Em geral, as de rua usam drogas, seja por medo seja por que não têm estrutura para o que precisam encarar.

As mulheres que trabalham por catálogo ou através de anúncios pela internet preferem desfrutar de um horário mais alternativo, menos fixo, sem trabalhar em nenhum lugar específico. Normalmente são universitárias. Ao fim do show, aplaudimos.

Universitária 
Com os R$ 5 mil que ganha em média mensalmente, Suzana paga o curso universitário, cria o filho, ajuda a mãe e investe no futuro. Sabe que não poderá viver da noite para sempre, mas ela é uma exceção. Continuar lendo

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A Ordem Criminosa do Mundo


Documentário exibido pela TVE espanhola, que aborda a visão de dois grandes humanistas contemporâneos sobre o mundo atual: Eduardo Galeano e Jean Ziegler. Pode se dizer que há algo de profético em seus depoimentos, pois o documentário foi feito antes da crise que assolou os países periféricos da Europa, como a Espanha.

A Ordem Criminosa do Mundo, o cinismo assassino que a cada dia enriquece uma pequena oligarquia mundial em detrimento da miséria de cada vez mais pessoas pelo mundo. O poder se concentrando cada vez mais nas mãos de poucos, os direitos das pessoas cada vez mais restritos. As corporações controlando os governos de quase todo o planeta, dispondo também de instituições como FMI, OMC e Banco Mundial para defender seus interesses. Hoje 500 empresas detém mais de 50% do PIB Mundial, muitas delas pertencentes a um mesmo grupo.

Dica do blog  Boca Maldita, no twitter @Boca_Maldita

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Gostar de rock começa a pesar na avaliação profissional


Por mais preconceituoso que seja, não dá para fugir: a forma como a pessoa fala, se veste, age, trabalha, dirige e muitas coisas mais dizem muito sobre o indivíduo. Dá para julgar cada um por esse tipo de coisa? Cada um avalie da forma como achar melhor.

Da mesma forma, os hábitos culturais – os livros que lê, a música que ouve, os eventos frequenta – também dizem bastante sobre as pessoas. Existe a chance de se errar por completo, mas faz parte do jogo.

Dois fatos importantes, apesar de corriqueiros, mostram que os apreciadores de rock podem ter esperança de dias melhores, apesar dos casos recorrentes de preconceito explícito e perseguição por conta do gosto pessoal em pleno século XXI – algumas dessas excrescências têm sido narradas aqui em textos no Combate Rock.

No começo de agosto um gerente de uma grande multinacional instalada no ABC (Grande São Paulo) penava para contratar um estagiário para a área de contabilidade e administração. Analisou diversos currículos e entrevistou 24 jovens ainda na faculdade ou egressos de cursos técnicos.

Conversou com todo o tipo de gente, do mais certinho ao mais despojado, do mais conservador à mais desinibida e modernosa. Preconceitos à parte, procurou focar apenas a questão técnica e os conhecimentos exigidos.
Alguns candidatos até possuíam a maioria dos requisitos exigidos, mas acabaram desclassificados em um quesito fundamental para o gerente: informação geral, que inclui hábitos culturais.

O escolhido foi um rapaz de 20 anos, o penúltimo a ser escolhido. Bem vestido, mas de forma casual, usando rabo de cavalo, mostrou segurança e certa descontração, além de bom vocabulário e de se expressar de forma razoável, bem acima da média.

Durante as perguntas, o gestor observou que o garoto segurava um livro e carregava um iPod. O livro era a biografia de Eric Clapton. Após a quinta pergunta, direcionou a conversa para conhecimentos gerais e percebeu que o rapaz lia jornais e se interessava pelo noticiário.

“Você gosta de rock?”, perguntou o gerente. “Sim, e de jazz também”, respondeu o garoto. O entrevistador não se conteve e indagou se o rapaz se importava de mostrar o que o iPod continha. E viu um gosto eclético dentro do próprio rock: havia muita coisa de Black Sabbath, Deep Purple, AC/DC, mas também de Miles Davis e big bands.

“Não aprecio rock, não suporto o que minhas filhas ouvem, mesmo seja Rolling Stones, meu negócio é Mozart, Bach e música erudita. Mas uma coisa eu aprendi nas empresas em que passei e nos processos seletivos que coordenei: quem gosta de rock geralmente é um profissional mais antenado, que costuma ler mais do que a média porque se interessa pelos artistas do estilo. Geralmente são mais bem informados sobre o que acontece no mundo e respondem bem no trabalho quando são contratados. Nunca me arrependi ao levar em consideração também esse critério”, diz o gerente.

Eric Clapton ajudou um candidato a estágio a conseguir a vaga em uma empresa do ABC

O resultado é que o garoto foi contratado após 15 minutos de conversa, enquanto cada entrevista com os outros candidatos durava 40 minutos. “Não tive dúvida alguma ao contratá-lo. E o mais interessante disso: percebo que essa é uma tendência em parte do mercado há pelo menos três anos, pois converso muito com amigos de outras empresas e esse tipo de critério está bastante disseminado. Quem gosta de rock é ao menos diferenciado”, finalizou o gestor.

Já em uma escola particular da zona oeste de São Paulo, do tipo mais alternativo e liberal, o trabalho de conclusão do ensino médio era uma espécie de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) das faculdades. A diferença é que, para não ter essa carga de responsabilidade, foi criado uma espécie de concurso para premiar algumas categorias de trabalhos – profundidade do tema, ousadia, importância social e mais alguns critérios.

O vencedor geral foi o de uma menina esperta de 17 anos, filha de um jornalista pouco chegado ao rock, mas com bom gosto para ouvir jazz e blues. O trabalho tentava traduzir para a garotada a importância dos Beatles para a música popular do século XX.

Para isso realizou uma ampla pesquisa sobre as origens do blues, do jazz, da country music norte-americana e traçou um panorama completo da evolução do rock desde os primórdios até os megashows de Rush, AC/DC, U2 e Metallica. Seu trabalho contou ainda com a defesa de uma tese em frente a uma banca de professores.

O resultado é que, além do prêmio principal – placa de prata e uma quantia em dinheiro em forma de vale para ser gasto em uma livraria –, acabou sendo agraciada com a proposta de transformar seu trabalho em um pequeno livro, bancado pela escola. Detalhe: a reivindicação partiu dos colegas da menina, que ficaram fascinados com a história do rock – poucos deles eram íntimos do gênero, pelo que o pai da menina me contou.

Os Beatles foram o ponto de partida para uma aluna de um colégio paulistano para traçar um panorama extenso e completo sobre a história do rock; o trabalho ganhou prêmio e vai se transformar em livro

Seria um flagrante exagero afirmar que gostar de rock facilita a obtenção de emprego ou estágio – ou que quem gosta de rock é muito melhor aluno do que os outros nas escolas. Mas o simples fato de haver reconhecimento de que apreciar rock frequentemente leva a uma situação diferenciada já é um alento diante dos seguidos casos de intolerância e preconceito.

Gostar de rock não torna ninguém melhor ou pior, mais ou menos competente, mais ou menos inteligente. Mas os casos acima mostram que o roqueiro pode se beneficiar de situações em que é possível se mostrar diferenciado, mostrando uma cultura geral acima da média e mais versatilidade no campo profissional. E o que é melhor, isso começa a ser reconhecido por um parte do mercado.

Bom gosto não se discute: adquire-se.

*Texto de Marcelo Moreira no blog Combate Rock

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